quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Entendendo O corte do Serviços da Action House.

Todos nós jogadores de WOW, reclamamos que a Action House é injusta com o lucro dos jogadores, com sua grandiosa taxa da corte, mas muitos se esquecem que o WOW é um RPG além das quests e monstros.
O wow são as crianças de Stormwind correndo por lá para pescar, os orfãos da guerra conversando com os NPCs, é a dupla que briga por causa de brinquedos e por ai vai... do lado da Horda posso citar Silvermoon, vemos civis conversando alertando que o reino poderá ser traido pela horda assim como foram traidos pela aliança, a jovem BE que corre freneticamente atraz do "robozinho" são cenas que marcam que deixam as cidades vivas, muito além de só placas de quests ou NPCs com uma exclamação em cima de suas cabeças!

Então depois dessa introdução, vou compartilhar com todos uma dica de Anime que é baseado em um livro e que também deu origem a um mangá:

Ookami to Koushinryou ou Wolf and Spices, que em português poderia ficar A Loba e o Tempero.

Vou pegar emprestada a Matéria feita pelo site:

Subete Animes: A verdeira realidade dos animes http://www.subeteanimes.com.br/

Ookami to Koushinryou I e II
Por: Leandro Nisishima

Ficha Técnica Ookami to Koushinryou
Data de estréia: 08.01.2008
Série, 13 episódios 
Gênero: Aventura 
Produção: IMAGIN

Ficha Técnica Ookami to Koushinryou II
Data de estréia: 08.07.2009
Série, 12 episódios 
Gênero: Aventura 
Produção:Brains Base
Pontos positivos
- Cenário medieval rodeado pelo comércio
- As nuances envolvendo as trocas comerciais

Pontos negativos
- Alguns episódios fluem de forma extremamente lenta e tediosa

PdC (PdC que sigla feia pro meu blog!): Bem eu descordo nesta parte com a critica do Leandro tendo como base que eu estava assistindo esse anime as 2 ou 4 da matina morrendo de sono, mas que do nada por uma sequencia de cenas que me acordavam!

Para baixar o anime vá no site da Avidown:

Ookami to Koushinryou I qualidade de Blue Ray

Voltando ao post do Leandro.

Pensava em analisar apenas a segunda temporada (que acabei de assistir), mas como ficaria estranho publicar a review da segunda temporada sem a primeira resolvi simplesmente colocar tudo junto. Ookami to Koushinryou é mais um daqueles animes, que como tantos outros começa com uma temporada de 12 ou 13 episódios, e só tem uma segunda caso haja retorno financeiro. E como já deu para perceber por esse raciocínio, o título desfruta de alguma popularidade no Japão, tanto que a novel original já ganhou até mesmo um artigo no Mainichi Shinbun, um dos maiores jornais do país.

Ookami to Koushinryou começa contando a história de Craft Lawrence, um comerciante comum, que vive num mundo muito parecido com a Europa Medieval. Em uma das suas andanças num vilarejo do sul, ele acaba se encontrando com uma deusa em forma de lobo chamada Horo, que segundo acreditam os habitantes do local, tem a capacidade de garantir boas colheitas as pessoas. No entanto, com o avanço na agricultura e nas técnicas de cultivo, o culto a Horo tem diminuído e essa aparece em frente de Lawrence portando a sua forma humana.

Se auto intitulando como Horo, a sábia, a garota com orelhas e rabo de lobo decide viajar com Lawrence, já que depois de algumas discussões esse decide levá-la até a sua terra natal, um vilarejo ao norte chamado Yoitsu. A partir daí Horo e Lawrence passarão por várias aventuras. E por mais clichê que a frase possa parecer, esqueça completamente do padrão de aventura introduzido por boa parte dos animes e mangás. Como bem dito anteriormente, Lawrence é apenas um comerciante comum. Ele não possui poderes especiais e nada que o diferencie de um humano normal.
A sua única habilidade é a de comerciante, e sendo assim, esse será o grande foco do anime. Quem gosta de assuntos relacionados a comércio amará Ookami to Koushinryou e mesmo quem não gosta poderá começar a pelo menos dar mais atenção ao tema. O papel de Horo na história será o de auxiliar Lawrence em seus negócios, já que a experiência como uma deusa antiga realmente está presente em Horo, não é apenas uma divindade de fachada como acontece com tantas outras personagens no estilo.

Além disso, um dos pontos altos são os comentários irônicos que Horo faz de Lawrence. Na primeira temporada vemos o quanto esse último se deixa levar facilmente pelos comentários da simpática loba, enquanto que com o passar do tempo Lawrence começará a responder e ironizar os comentários de sua companheira. Mesmo Horo, mudará a sua forma de pensar em relação a Lawrence, mostrando que o anime, desde cedo, dá grande enfoque aos personagens.

De um modo geral, a história das duas temporadas pode ser dividida em quatro arcos, dois para cada temporada. Todos eles dão enfoque a algum tipo de negócio na qual Lawrence se envolve. A primeira temporada se utiliza de casos onde Lawrence tem uma importância maior e envolve troca de moedas e contrabando de ouro. Já na segunda, a presença de Horo é grande, na medida em que as negociações a envolvem, tanto por causa de comerciantes interessante em "namorá-la", quanto em simplesmente vendê-la em troca de dinheiro.

O interessante é que cada arco de história vai aos poucos introduzindo o fascinante universo de Ookami to Koushinryou. É um dos poucos animes da atualidade a usar a realidade nua e crua para criar o seu enredo. Os únicos detalhes mais fantasiosos são justamente a Horo e alguns lobos de tamanho irreal. Mas de resto, a fantasia no anime vem justamente da ambientação de uma Europa feudal rumo ao mercantilismo, das intrigantes trocas comerciais, guildas de comerciantes, câmbio de moedas e outros assuntos relacionados a comércio e por vezes economia.

No meio desse mundo e enredo vamos aos poucos sendo apresentados a personagens diferentes, que nem sempre serão amigáveis com Lawrence, cada qual apenas pensando em si mesmo e no lucro que poderá ter com determinado negócio. Diria que poucas são as personagens no anime que agem por pura bondade e benevolência. E isso ajuda a contar pontos, já que personagens estereotipados aparecem em pouca quantidade e por isso a história sempre está cercada de mistério. Por se tratar de um tema com várias possibilidades de desfecho e rumo, os arcos de Ookami to Koushinryou são imprevisíveis e só mesmo tendo alguma noção de comércio para poder fazer suposições em torno do enredo.
(PdC: por isso disse que o anime me acordava, cada arco me fazia pensar em dúzias de saidas diferentes). 

Talvez a segunda temporada deixe pistas mais claras, já que embora Lawrence continue sendo um comerciante frio e calculista, o fato das trocas envolverem Horo nessa segunda parte da história mexerá com o lado pessoal dele, o que ajuda em grande escala na hora de adivinhar as ações do rapaz. Mas de um modo geral, cada episódio de Ookami reservará uma nova surpresa. Vale dizer também que a produção do anime passou pelas mãos do IMAGIN e do Brains Base. Não houve mudanças significativas na forma de se produzir o anime, diria apenas que a animação do Brains Base é mais constante.

O IMAGIN é um estúdio extremamente pequeno, mas mesmo assim soube produzir uma bela primeira temporada. Sempre gosto de destacar o cuidado dado aos cenários e a boa coloração utilizada nos cenários campestres, nos grandes castelos e portões das cidades. Em termos de ambientação Ookami é um anime sensacional. Não é surpresa nenhuma que até o Mainichi Shinbun tenha dado atenção a novel original.

Nota: 8,5 - Ookami to Koushinryou é um anime ambientado num perfeito cenário medieval. Aqui temos um simples comerciante que sai em viagem com uma sábia deusa loba, numa missão que envolve trocas comerciais e outros assuntos que simplesmente nunca foram abordados em jogos e animes no estilo. Só por esse detalhe é possível perceber o quanto esse título é único. 

Obs: Antes de me xingar ou elogiar, vale lembrar que ninguém é obrigado a concordar com essa nota. Apenas a incluo nas minhas avaliações para expressar em números o valor da minha opinião. Então sintam-se a vontade para manifestar a opinião de vocês. Lembrando que tento ser o mais imparcial possível nas minhas avaliações, sempre analisando os pontos fortes e fracos de qualquer anime.


 PdC: Em grande parte eu concordo com o Leandro em sua analise, porém a minha nota é 9,5, só não é 10 porque eu não li o livro para poder comparar.
Cada arco da História do anime, me fazia pensar em muitas coisas, mas vou dar destaque ao arco da Bolsa de Valores na segunda temporada, que me deixou angustiado, e tenho certeza que era essa a emoção que a equipe quiz passar para o telespectador.

No mais o convivio entre Horo e Lawrence é divertido desde comico, romantico, tempestuoso (ela é uma loba então ela espera que ele aja como um Alfa, porém o mercador é bem Beta mesmo.) e tranquilo, cada momento que temos é uma demonstração do mundo em que eles vivem e deles mesmo.

Voltando para o WOW, a lição que podemos ganhar de Lawrence é que o mercado tem um preço, tem suas tachas e seu cambio de moedas. Afinal de contas as moedas de ouro da aliança não vão ter significado para a horda!

No mais pensem nisso ou melhor assistam o anime e se divirtam!

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Tol Barad Arrumada?

Desde a escolha por aumentar os pontos de honra de 180 para 1800 dos vencedores do ataque a base de Tol Barad, a Blizzard enfrentou reclamações em fórum, tickets para GM e por ai vai.

Mas quem gostava de um PVP sadio como ficava dentro do seu servidor, ou melhor dentro de sua facção?

Era chamado de idiota.

Sim eu mesmo fiz campanha contra o clima de marmelada, entrega-entrega ou wintrade, que inegavelmente fui alvo de chacota.

Muitos usavam o argumento que PVP é arena e rated BG, que Tol Barad não era nada, só um meio de todos irem mais rapido para tais modos.

A idéia de ser um meio veloz é verdade, mas estava absurdamente ridiculo de rapido!

Depois de tanta reclamação no forum, tickets e por ai vai a Blizzard não iria conseguir conter a sede por equipes iten lvl345 que poderiam ser usados em WORD PVP ou mesmo claro uma mão na roda em PVE Random Heroic.

Ainda nessa festa de 1800 pontos de honra algumas pessoas acharam um bug que permitia quem fica-se de fora de Tol Barad ganhar os mesmos 1800 pontos sem ter participado!
Claro que o número de vagas em TB caiu drasticamente pois praticamente não tinha time defendendo, então o povo praticamente ficava na ponte esperando para entrar e fazer as quests, mas ai alguém perto do fim e recebeu os 1800 de honra!

Pronto outro furo no dique!

Eu mesmo ia testar esse bug para repassar aqui e falar a lá Boris Casói:

"Isso é: uma vergonha."

Leite derramado muitos reclamando ( ou para quem gostou disso : povo de mimimi), a Blizzard tenta por anuncio dizer:

"Wintrade da ban"

Certo. Vai banir todos os servidores ia ser uma maravilha... O wintrade não vai dar ban, mas o Bug exploit vai. ( Ainda bem que eu não tentei confirmar a dica!)

Agora com vocês o blue post!


As you’re probably aware by now, an update was applied to Tol Barad shortly before the holidays which granted the attacking side 1800 Honor Points for a victory. While the goal with that change was to provide more incentive for the attacking forces to claim victory, it ultimately led to an undermining of the spirit of competition in Tol Barad. We’ve just applied a hotfix which has lowered the attacking faction’s gain to 360 Honor Points for a victory. The defending faction will still earn 180 Honor Points for a victory.


We appreciate all of your feedback regarding this change. We'll continue working to make Tol Barad a fun and engaging PvP environment. 


Whats the word on the bridge exploit?
We're working on a fix for this right now. 

Via tradutor online:

Como você provavelmente sabe até agora, uma actualização foi aplicada a Tol Baradpouco antes dos feriados que concedeu a atacar lado 1800 Pontos de Honra para a vitória. Embora a meta com que a mudança era para dar mais incentivo para que as forças atacantes para reivindicar a vitória, que levou a um enfraquecimento do espírito de competição em Tol Barad. Acabamos aplicado um hotfix que baixou ganho a facção atacante a 360 Pontos de Honra para a vitória. A facção defende ainda ganha180 Pontos de Honra para a vitória.
Agradecemos a todos os seus comentários sobre essa mudança. Nós vamoscontinuar trabalhando para fazer Tol Barad um ambiente divertido e envolvente PvP.


Qual é a palavra sobre a exploração na ponte?
Estamos trabalhando para corrigir isso agora.


Eu ainda tenho uma analize sobre a economia do Gurubashi, ter sofrido uma corrida por itens desde gemas a enchants, justamente por causa da facilidade de se equipar.


E somando que a Horda é 6 para 1 ally aqui no Gurubashi, isso quer dizer que enquanto a ally era diminuta no seu ataque, a horda tinha mais oportunidade de equipar seus outros 5 jogadores que ficavam de fora do PVP de Tol Barad por causa da limitação do número de participantes, ou alguns deles poderiam estar abusando do bug da ponte!


Vai saber, tem gente honesta e desonesta em tudo que é canto... -( A mas é só um jogo... diz o cheater se defendendo).


Agora com os pontos de honra sendo um tanto mais justos para a vitória do ataque o estrago foi feito. Servidores onde a minoria era unida, por causa do pvp "justo" conseguiam se equipar e ter equipamento para poder se defender em world PVP, agora que todo mundo tem, isso quer dizer que se 10 allys estão completos com itens de pvp pré arena/rated BG isso significa que pelo menos 30 hordas também estão ( isso se eu acreditar que não teve bug da ponte...).


Quem defende que pvp de verdade é os de arena, esquece que os servidores PVP são justamente para acontecer encontros e existir lutas entre as facções durante uma farm de uma quest ou de itens. 


Agora com os dois lados bem equipados como fica as lutas? 


Injustas, pois o efeito 2 para um vai acontecer com mais frequencia, e ai acontece dos dois lados fazerem isso ainda mais.



Longe de estar arrumada Tol barad, só nos da acesso a poucos itens rochos, mediante a ida a isntancia, ou farm de tokens para pegar uns brincos para pvp ou pve, mas tais itens não são pegos com honra (UFA imagina o estrago com os 1800 de honra?), então a facção com menor  número de jogadores se torna-rá uma vitima das legiões inimigas, ficando impossibilitados de fazer suas dialys quests na península de Tol Barad, espereando por um milagre reaver o controle do forte e não largar mais até ter itens rochos descentes, para poder fazer frente aos adversários que já podem estar equipando seu terceiro alt!


No mais trate este post só como um mimimi...

domingo, 2 de janeiro de 2011

Feliz Ano Novo! Tol Barad o PVP mais marmelada do Mundo!

Bom eu não sou muito de comemorar as datas festivas, mas sei o quanto elas marcam o decorrer de um ano.
No Brasil um mesmo partido fica agora com 12 anos de governo, depois de 8 anos um presidente operário entrar no poder agora é a vez de uma mulher que foi caçada durante a época da ditadura.

Como foi interessante ver o Lula no poder, querendo ou não foi interessante para os olhos do mundo, agora será a vez de Dilma, oposição faça o favor de fazer o seu trabalho para o país e não para o seu partido! O que quero dizer é policie, critique o governo Dilma não para acabar com ele e sim para protejer este país que tanto quer crescer!

Imagens wowInside:
Mas vamos ao que interessa!

Repararam que conquistar Tol Barad esta dando 1800 de pontos de honra? Isso sem contar as bonificações por lutas vencidadas (HK Honor Points) ou torres não destruidas e bonus de HK caso a bandeira da guilda esteja perto de você e ainda tenha outro guild perk para ajuda!

Com a defesa ganhando apenas 180 pontos de honra caso vença o que fazer em questão?
Perder, mesmo que signifique ficar logado por mais 3 horas para poder lutar novamente por Tol Barad, fazer as quests e quem sabe raidar!

É o que esta acontecendo no Gurubashi e aposto que não é um fato isolado.

PVP ridiculamente mais fácil do que PVE, em 6 horas de intervalo da luta mais quase 4k de pontos de honra! É vencer uma luta, fazer as dialys e talvez a instancia, sair do wow ou só do main char e só logar novamente 30 minutos antes da luta! Sim logar cedo porque vai ter que entrar na fila no tempo exato que ela liberar senão você fica esperando por 10 ou 5 minutos por nada, já que seu inimigo não esta comparecendo para defender então não vai ter VAGAS o suficiente para você poder ir.

Com essa falta de atrativos para a defesa ( a não ser que muitos precisem fazer as quests de lá porque tem prioridades maiores do que esperar por outra Tol Barad) não há porque ir em tal mapa, assim como aconteceu em Wintergrasp, onde a idéia do PVP era boa, mas a funcionabilidade era ridicula, Tol Barad segue os passos de seu antescessor e nos mostra o quão mal feita esta.

Primeio como vencer aquela coisa atacando?

Ter os 3 pontos de interesse sobre o seu controle isso termina com o battleground na hora, caso um ponto seja do adversário a luta é perdida quando o tempo do BG acabar.

Para prolongar a Batalha 3 torres devem ser destruidas durante o ataque para que o tempo se extenda e a de a equipe atacante mais tempo para poder se organizar para conquistar as três bases inimigas.

Não é tão simples assim, o tempo das bandeiras é esquisito, mesmo para quem defende ou quem ataca, ficar nas proximidades da bandeira da base a ser conquistada pode significar a derrota ou a vitória. Mas não se sabe quantos segundos ou se é um minuto para a bandeira começar a mudar de controlador. Sem esquecer o intervalo cinza.

No passado remoto de Wintergrasp aqui no Gurubashi ou até mesmo do Warsong, com a Horda sendo a maioria no servidor, ela vencia facilmente o BG, tanto sendo no ataque ou defesa, pois a quantidade absurda de inimigos chegava a ser de DEZOITO para um! Com isso nem a mecanica do Tenacity ajudava, pois ser alvo de 5 hordas ainda era o complicado, dentre tantas magias de CC de Boss você passava para trashmob de instancia!

Com isso tudo a Blizzard demorou a adotar o sistema de 1x1 dentro do BG, com esse equilibrio, mesmo em fim de expansão WG começou a virar um ponto mais divertido para quem joga do lado menos favorecido do seu servidor. Então os 30 allys que iam WG enfrentavam 30 hordas, o que facilitava na hora de defender ou atacar um ponto de interesse em WG.

Fiquei imaginando como ia ficar isso no novo BG, bom aqui no Gurubashi, tinha vezes que chegamos ao absurdo de ter 3 raids completas no BG! A mas isso não significava maioria e sim que a horda também estava do mesmo nível.

Ai não fui o único a notar, defender Tol Barad é ridiculo de fácil se comparar com o ataque. Na defesa a organização poderia ser resumida em um modo tartaruga em um dos 3 pontos de interesse, com 1/4 das forças indo atacar um ponto que provavelmente estará com pouca defesa e assim garantir o controle de apenas uma base em 30 minutos de BG. Deixando assim a vida do time atacante desesperadora.

Eu sinceramente procurei onde tem os registros do BG, mas não achei, queria saber quantas vezes a ally do Gurubashi venceu Tol Barad seja atacando ou defendendo. Mas em estimativa pessoal e do trade chat da ally somando um vizinho meu que joga pela horda ( ele deu faction change por causa de PVP como WG) é que Tol Barad fica mais de 70% do tempo no controle da ally aqui no Gurubashi.

Até chegar o dia em que as regras sofreram sua primeira e mais ridicula mudança...

Os 1800 de honra são tentadores demais, assim tanto horda quanto ally começaram o jogo de comadres, deixando de lado as dialys quests do BG, ou até mesmo a luta com o boss ( que insiste em dropar peça para a classe que não esta na luta!) e sem esquecer o PVP para poder voltar na luta seguinte e pegar seus 1800 pontos! Em 3 horas de jogo somando o BG perdido e o vencido 2k de hora gratuitos! Para se comprar os melhores itens pvps do jogo.

Um desequilibrio fenomenal entre PVP e PVE, agora qual a graça de passar mais de uma hora em uma instancia em heroic mode, se em 30 minutos 1800 pontos de Honra já lhe arrumam um item de alta qualidade, ainda mais se você for um recem lvl85?

A Blizzard precisa rever isso com urgência! E falar nisso tem até um tópico sobre tal BG da discórdia!

TB win  Trading is Bannable?

Uma discussão sadia sobre o caos implantado pela própria Blizz!

A resposta veio neste link:

http://us.battle.net/wow/en/forum/topic/1670094239#13




Sim você poderá ser banido se te reportarem ou a Blizzard se dispuser a olhar todos os logs dos seus servidores e ver que ally e horda estão lutando juntas para sua farm de Honra!

Mas sinceramente a Blizzard pediu por isso! Se forem banir todos o wow vai ficar sem clientes!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Se eu sou o Paladino do Cerrado então quem são os outros?

Olá!

Hora de mais uma de minhas bricadeiras, desta vez essa surgiu no trade chat do Gurubashi, onde eu normalmente faço propagandas do meu blog.

jogador: Ei você é o Paladino do Cerrado
eu usando o Elcid: Sim sou.
jogador: Nossa eu te vi no wowgirl e fui no seu blog gostei muito cara!
Eu ficando pasmo e com o ego começando a inflar: Mesmo? nossa eu comecei a blogar por causa dela, eu tento fazer aqui um local divertido porque blog de noticia é o que mais tem!

Ai a conversa se estende por algumas linhas então ou acabo indo pvp/dungeon ou mesmo a pessoa tem que sair.

Porém graças a essas conversas interessantes eu acabei querendo postaar sobre como seria as classes do wow se elas fize-sem referencia ou parte de uma area especifica do nosso Brasil?

Então ao listar cada classe com algum dos Biomas de nossa vegetação leia depois de cada um o nome do Bioma. Sendo que a primeira classe que eu listar vai ser o que mais se encontra por lá. Acredito que entre revoltados muitos irão rir das brincadeiras.

Nota: Rogue vai ter em todo canto então nem vou listar ele como primeiro de cada Bioma.

Exemplo: Paladino do Cerrado, Rogue da Caatinga, Deathknigth dos Pampas e por ai vai...

Cerrado:

Paladino, Priest, Warrior, Rogue, Shaman, Hunter, Warlock

Mata Atlantica:

Priest, Paladino, Warrior, Rogue, Hunter, Shaman, Mago, Warlock

Caatinga:

Hunter, Shaman, Warrior, Rogue, Priest, Warlock, Paladino.

Bioma do Pantanal:

Druid, Shaman, Hunter, Warrior, Warlock, Rogue,

Amazônia:

Druid, Shaman, Hunter, Warrior, Warlock, Rogue, Priest

Pampas:

Deathknigth, Warrior, Mage, Shaman, Priest, Paladino, Rogue.

Agora sintam-se livres para comentar! Só não tem mais DKs pelos nossos biomas por causa da falta de neve por exemplo na Caatinga!