sábado, 30 de outubro de 2010

Top 10 Personalidades do WOW

É sempre tem um desses dai quando se está sem ter o que fazer ou sei lá:

  1. Thrall. ( O atual lider da horda como a conhecemos hoje, um orc escravizado, que lutou para libertar seu povo da escravidão imposta pelos humanos e pelo sangue demoniaco.)
  2. Lady Jaina Prodmooure ( Ter que governar uma cidade com Onyxia por perto, rebeliões, ajudar viajantes, salvar vez ou outra o trono de Stormwind e evitar uma guerra declarada entre horda e aliança.)
  3. Sylvannas Windrunner ( Líder de Undercity, rebelou-se contra o domínio do Lich King, com ajuda se livrou de seu maior traidor e agora tem poderes para levantar os mortos!)
  4.  Adal ( Um artefato que na época do BC inspirava respeito e ainda inspira nos novatos ao ver veteranos com o titulo Hand of Adal.)
  5. Brann Bronzebeard ( Quer aventura? É só procurar este anão metido a Indianna Jhones! E graças a ele Ulduar não destruiu o mundo, Muradin foi encontrado vivo mesmo depois de tanto tempo!).
  6. Onyxia ( Governar Stormwind, manipular tudo e a todos. E ainda voltar com um singelo LVLup durante a comemoração de 5 anos do WOW!)
  7. Muradin Greathammer ( Alone ORC, aginst to migth of aliance? CHARGE!- Quer exemplo melhor de um guerreiro anão? Quer alguém que nescessita lutar por uma grande causa?.
  8. High Overlord Saurfang ( Um grande guerreiro e um grande pai, fora que segundo o que ouvi foi o cara que deu o rala mais épico até hoje para o IDIOTA do Garrosh!)
  9. Hogger (Vai virar boss do calabouço de Stormwind preciso dizer mais? A sim raids de lvl 1 a 3 para lutar contra ele são lendárias!)
  10. Gamon (Um certo tauren neutro em Orgrimmar que vive apanhando até quando alguém lança uma AOE sem querer) ( Obrigado Mero!.)

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

ZERARAM O STARCRAFT2!

Sim isso mesmo segundo o que apareceu no fórum um jogador, conseguiu o feito de ter 4220 pontos de feito e todos os retratos!

ItsSoFLULLY é o nome do cara.

Existe outros feitos para ele fazer, mas conseguir todos os retratos desde a data do lançamento quer dizer que ele seguiu algumas regras para só assim ter a possibilidade de ter tudo.

1- Terminar o jogo no Brutal de cara, fazendo todos os feitos ao mesmo tempo.
2- Não demorar muito nos desafios.
3- Esquecer da liga de treinamento e ter partido de cara para o modo jogador VS jogador.
3.1- Ter um ótimo parceiro de equipe.

4- Vencer todas as partidas!

A mas vencer tudo ai complica pois a vitória tem que ocorrer segundo o jogador Jaspion:

"Mermão, fiz as contas aqui no Excel. Pra esse cara ter 14 mil jogos em 3 meses ele tem que ter jogado 12 horas por dia todo o dia, desde o lançamento, com uma média de 4,5 min por partida.
Não dá pra acreditar!"






Isso porque ele desconsiderou o modo campanha!


Olhando o perfil da figura de perto vemos que ele tem:


Vitórias na liga: 6346

Jogos que participou:

Jogos de liga: 14103
Jogos Personalizados: 310
Cooperação Contra a IA: 68
Todos contra Todos: 34

Impressionante não acham?
Isso me lembra dos caras que "Zeraram o WOW'' que a Lorie mostrou meses atraz!

E falando de wow aqui está um link de uma entrevista do UOL jogos com o Diretor da Blizzard, Mike Morhaime!

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Como é o Quarto de um Casal que joga Unido?

Como é o quarto de um casal que joga unido? Ou melhor... como é o quarto de um casal que joga WOW juntos?

Certo mas nescessariamente não precisa ser um quarto, as vezes a sala de estar, sala de jogos e por ai vai.

Mas este é o cantinho especial de um casal amigo meu Karacol e Caramujo.
Para quem tem um relacionamento assim não deve ser novidade, mas para os solteiros de plantão ou quem tem alguém que não compreende o seu hobby.

Esta ai algo próximo ao paraiso!

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Blizzard Ataca Hackers em SC2!


Originalmente um post do fórum, que linkava uma matéria traduzida do Gamespot, que deu uma boa conversa sobre tais maus jogadores que insistem em se achar os melhores ao usarem trapaças na Liga e não só nelas, pois os mapas criados por jogadores.

Desculpa pelo atrazo nesta noticia que saiu em dia 16/10/2010.

Após a confusão feita por jogadores que tiveram suas contas banidas por utilizar programas de cheats e hacks no modo de jogo individual de Starcraft II, a Blizzard se pronunciou, justificando que tais programas tinham funções tanto para o modo invidual quanto para o modo on-line (multiplayer).

Agora, a empresa decidiu tomar uma posição preventiva, e inicou um processo contra três desses desenvolvedores, pela criação e venda desses programas e violação do termo de licença do usuário. A ação foi iniciada na semana passada, na corte do distrito de Los Angeles. Segundo o processo:
“Apenas dias depois do lançamento de Starcraft II, os acusados já haviam desenvolvido, distribuído e comercializado para o público uma variedade de hacks e cheats designados a modificar (e de fato destruir) a experiência on-line deStarcraft II. De fato, no mesmo dia em que o game foi lançado, representantes do Web site de hacks avisaram aos membros do público que 'nossa equipe já está planejando novos lançamentos para o jogo'”
Blizzard exigiu ressarcimento de danos e recolhimento de toda quantia obtida com as vendas dos hacks, e quer que eles sejam removidos de toda localidade dentro da jurisdição da corte.
Dentre outros fatores, a Blizzard escreveu no processo que “...os acusados irreparavelmente danificam a habilidade de consumidores legítimos (que não modificaram o jogo) de aproveitar e participar da experiência de competições on-line. Isso provoca a insatisfação e perda de interesse com o jogo, resultando em perda de vendas do jogo ou pacotes de expansão.”
Os acusados identificados no processo atendem pelos apelidos de “Permaphrost”, “Cranix”, que residem no Canadá e “Linuxawesome”, que reside no Peru. Outros envolvidos foram citados no processo, mas não tiveram seus verdadeiros nomes revelados. Não é a primeira vez que a Blizzard vai atrás de pessoas que ela acredita prejudicarem a experiência do jogo-justo, como já fez contra vendedores de dinheiro, criadores de “bots” e donos de servidores privados do game World of Warcraft.

sábado, 23 de outubro de 2010

Diablo 3 PVP em Arenas!

É isso mesmo pessoal!


O PVP ( abreviação Player Versus Player) que vem sempre presente na marca Diablo e sua famosa arvore de talentos que inspirou gerações, agora chega a um patamar diferente porém já conhecido dos jogadores de WOW, agora teremos as Arenas!



Arenas serão locais espalhados pelo mundo do jogo para que times!

Leia tudo agora graças ao tradutor do google! ( que eu fiz o favor de acertar umas concordancias desta vez...)


PvP ( que em Português fica JVJ abreviação de "jogador versus jogador ) teve uma história destacada na série Diablo. Para Diablo III, decidimos levá-la em uma nova direção para garantir que ele é profundo, organizado, frenética e divertida.
Diablo III batalhas PvP são travadas em arenas espalhadas pelo mundo do Santuário. Essas arenas não são aleatórias - eles são todos únicos, concebidos com diferentes níveis do terreno e cobertura. Você participa de PvP com o personagem de sua escolha, com acesso a todas as artes e habilidades que você tiver acumulado o jogo em single-player ou no modo cooperativo.
 

Você aprenderá muitos dos fundamentos do PvP (como forma de evitar ataques de inimigos ou alvo específico) jogando o jogo single-player,  mas o PVP se difere na medida em que não é o local ideal para a recolha de novas armas e armaduras. Suas recompensas por derramar o sangue na arena são mais puros do que isso: direito de se gabar, a alegria de envio de velhos e novos amigos para a morte rápida e inglória, e os pontos que representam o quanto você progrediu no caminho da fama e glória.

Quando você participar de jogos classificados (as lutas que a disputa entre duas equipes adversárias de jogadores uns contra os outros 'no melhor de' partidas), você ganha pontos de avanço baseado em metas, os objetivos alcançados, vitórias, e outros fatores. Pontos levam o multijogador, títulos e muito mais. Nosso sistema é focado no incentivo de combate furioso e progressão multiplayer, não rigorosas rankings competitivo, então você vai ganhar pontos a cada partida e matchmaking Battle.net vai colocar você contra os adversários da mesma forma hábil. (Aqui penso em um sistema similar ao visto em Starcraft2.).

Nós também estamos procurando em outros tipos de jogo PvP que existem fora do sistema de classificação, como um-contra-1 duelos e batalhas equipe mutuamente escolhido (por exemplo, você e seus amigos podem dividir em duas equipes para um confronto arena). Teremos mais informações sobre a disponibilidade destes tipos de jogos no futuro.


Nosso objetivo para o PvP Diablo III é configurá-lo com perigosas, partidas emocionantes de gladiadores, que permitirão que você batalhar com outros jogadores em seu próprio ritmo, e permitir que você posa exibir orgulhosamente as suas recompensas. Nós adicionamos um sistema robusto para remover os obstáculos que você pode ter mantido fora da ação, para que você possa se concentrar no que realmente importa: responder à velha questão de "quem ganharia em uma luta" - com um desafio a enfrentar.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Blizzcon+Diablo3 = Demon Hunter!

É isso ai fãs do WOW, a classe que eu comentei em um post antigo, que tanto deveria vir em uma nova expansão esta agora no DIABLO3!

Isso com toda a certeza vai me deixar sem poder ver essa classe ou pelo menos algo parecido com ela depois do Cataclysma.

A mecanica da classe:
Some a Rogue do Diablo, com a Amazona arqueira do Diablo 2, a Assassina do Diablo2 Lord of Destruction com o rogue de WOW e suas fans Knives e sem esquecer um visual que lembra o Filme Pacto dos Lobos ( Tomara que a versão masculina seja assim), eis nossa Demon Hunter ( Caçador de Demônios).
Esta classe fecha o estilo arqueiro de ser que estava faltando até agora já que com o Barbarian e com o Wizard já tinha-mos os elementos básicos encontrados nos dois jogos anteriores, só faltava algo similar ao Demon Hunter.

Eu já baixei o downloader da Blizzard para o Video do Demon Hunter ( mais tarde eu posto) e agora vou deixar vocês com o gostinho da história da classe/personagem:

A partir dos escritos de Abd al-Hazir
Acabei de voltar das minhas viagens à beira do deserto gelado conhecido como o Dreadlands, um lugar lindo uma vez mudou para sempre por alguma grande calamidade de sua história. Agora as cidades, somente em ruínas e paisagens sombrias permanecem, não há lugar para qualquer coisa viva. Eu estava indo para a vila de Bronn para a noite, mas quando eu cheguei, eu encontrei um cenário de devastação, como eu nunca tinha visto antes. Eu deveria ter fugido ao primeiro sinal de perigo, mas a minha curiosidade me levou para a frente. A maioria dos edifícios da cidade tinha sido queimada em seus fundamentos, e algumas madeiras queimadas foram o único sinal de onde estivera. Ash sufocaram meus pulmões. Havia corpos espalhados por toda parte, muitos desmembrados e alguns sequer metade consumida. A cidade foi abandonada.

Ou assim pensava eu.

A partir da casca da pousada, um dos poucos edifícios ainda de pé, monstruosas criaturas de pele cinza irromperam, gritando em uma língua infernal. Eles foram as massas de carne disforme, feito de músculos vigorosos para a batalha. Impotente, eu estava congelado como eles se aproximaram. A um na frente me agarrou pela frente do meu manto e me levantou do chão, suas garras rasgando tecido e pele. Sua respiração estava quente no meu rosto, e eu fui assaltada pelo cheiro pútrido de carne podre. Sua boca bocejaram de largura, e eu vi filas de dentes afiados, amareladas e manchadas de sangue. Pensei que só a vergonha que a minha voz seria silenciado, nunca para iluminar mais uma das maravilhas do nosso mundo para vocês, meus fiéis leitores.
Um som agudo apitada pelo meu ouvido, e um parafuso besta brotaram dos olhos da besta diante de mim, pulverizando o meu rosto com seu sangue ardente. Ela gritou um grito inumano de dor e me jogou ao chão, agarrando na briga. As outras criaturas digitalizadas para o invasor invisível, e eu estava esquecido no momento. Do chão aos seus pés, eu rasguei a minha cabeça ao redor para ver onde o parafuso tinha vindo. Isso foi quando vi um Caçador de Demônios pela primeira vez.

"Ela saiu das sombras lançadas pelo sol e não perdeu tempo para despachar o resto dos meus atacantes. Suas mãos trabalharam bestas duplo, o lançamento de um arco brilhante de chamas parafusos na minha cabeça, cobrindo os monstros grosseiros".

A menina poderia ter sido não mais que vinte. Ela emergiu das sombras pelo sol poente e não perdeu tempo para despachar o resto dos meus atacantes. Suas mãos trabalharam bestas duplo, o lançamento de um arco brilhante de chamas parafusos na minha cabeça, cobrindo os monstros grosseiros. Cada tiro acertou o alvo em um dos animais com chifres, corte o lote deles. Do canto do meu olho, eu vi mais do selvagem brutos aprontar com ela por trás. Minha voz congelou na minha garganta enquanto eu tentava gritar um aviso. Eu não precisava ter me preocupado: ela não tinha conhecimento. O caçador enfiou a mão na cintura e rolou um trio de esferas de metal estranho em seu caminho. Os monstros olhou para baixo assim como o engenhocas explodiu em luz e chama, aturdido. Deu-lhe tempo suficiente para redonda sobre eles, ela bestas despachá-los um por um. 

Com um último olhar sobre a cidade, aparentemente convencido de que nenhum perigo permaneceu por ela, ela veio para a frente, balançando a cabeça tristemente. Havia uma expressão de profunda decepção em seu rosto quando ela voltou a crossbows ao seu lado, escondidos pelas dobras de seu manto.

"Não há sobreviventes", disse ela amargamente.

Chamam-se os caçadores de demônios, um grupo de guerreiros fanáticos que juram sobre um único objetivo: a destruição das criaturas do inferno. O demônio número de caçadores em centenas e fazer a sua casa no Dreadlands para que eles possam morar e treinar sem a interferência de qualquer nação que se preocupar por ter um grupo tão temível acampados dentro de suas fronteiras (embora a qualquer momento, mais de metade são expedidos em o mundo como esta menina, buscando hellspawn). Há algo em todos os caçadores de demônios que lhes dá a força para resistir à corrupção demoníaca que poderia conduzir os homens à loucura menor. Eles aprimorar esse poder, por sua resistência a essa mácula lhes permite usar o poder dos demônios como uma arma. Mas a sua missão e seu poder não são todos que ligam-los juntos.

Conto: Panorama

Hoje apresento a vocês mais um conto que foi feito para o concurso de contos sobre SC2 pela Blizzard.

Este conto originalmente foi postado por JonyX em seu blog ele me pediu para postar aqui então depois de uma breve leitura eu decidi colocar a prova do pessoal!

Boa leitura gente!

Panorama
 
–– Odeio mulheres no comando… Elas sempre estão certas!
Assim reclamava o soldado Jay Roiller, assustado pela frustração de ser um completo alvo vulnerável e indefeso, com sua armadura rachada e corroída sendo, pois, o ultimo remanescente Terran da base Esperanto, nome dado em homenagem a língua que visava a ligação universal. Na base havia de fato soldados de diversas nações.
Escondido em uma já destroçada academia de Soldados, está desesperado para encontrar-se em liberdade deste seu confinamento induzido. Pouquíssimas estruturas se mantinham intactas. Seu armamento proporcionava um poder de fogo leve ou mesmo medíocre. Estando sozinho, sabia que não seria capaz de enfrentar nem ao menos outro Terran em melhor estado. Estava condenado. E o cheiro das cinzas o incomodava…
Ao longe se ouvia inúmeros sons, uns agudos, outros graves e roucos. Gritos de seres que Jay jamais havia encontrado a não ser em histórias durante seu treinamento. A melodia de sons funestos era acompanhada por trompetes corrosivos e violinos orgânicos. Zergs. Estavam por toda parte e se multiplicavam fazendo a bela passagem da fecundação humana parecer trivial e imperfeita perto da facilidade mágica ao quais esses seres se mutavam e evoluíam. –– Representam a evolução perfeita dos seres vivos –– clamava o Dr. Jenson Archimedes, lembrava Jay que apesar de só conhecê-lo de vista, por algum motivo guardou esta frase dita uma vez numa base da Confederação que visitou. A qualquer momento, um horripilante Hydralisk poderia destituí-lo de sua cabeça e, por isso, Jay observava a todos os lados com cautela e medo. Não sabia para onde fugir, mas sabia que o número de Zergs aumentara muito desde que foram atacados inicialmente. Era ele contra cerca de 500 zergs dos mais variados tipos.
Fumando seu ultimo cigarro, raro por conter tabaco original da Terra e não essas porcarias artificiais tradicionais entre os Soldados, Jay lembra como tudo aconteceu. A Missão Hibernação era algo que há muito felicitava a confederação. Uma cratera em Char com uma profundidade de 700 metros e um quilometro de diâmetro que abrigava o maior estoque de minérios e gás vespene jamais visto. Suficientes para manter a maior base Terran por até seis meses. Era uma mina de ouro, assim pensava o capitão Mark Tiller. –– Estaríamos coletando e estocando como ursos –– pensava. A idéia do capitão não agradava em nada a comandante Kerrigan – Ghost contratada como mercenária – que, incumbida de escoltar soldados para missões adjacentes a Grande Guerra, debatia a impossibilidade da manobra dar certo. Ela argumentava que sem a instalação de radares específicos, visto que os tradicionais não funcionavam na cratera com seus altos níveis eletromagnéticos, seria muito difícil detectar se não havia fundações Zergs nas mediações, além de próprios Zergs camuflados no subterrâneo. Desta forma, Kerrigan dizia que seria muito arriscada tal manobra, o que comprometeria muitos homens e principalmente componentes estruturais Terranos. Devido o número abissal de material a ser coletado, seria necessário a construção de uma base consideravelmente grande e o despacho de muitos extratores. Por haver muita energia eletromagnética, Kerrigan achava ainda que haveria a possibilidade de esta ser uma interferência de material Protoss, o que representaria um perigo de valor muito superior aos sinistros Zergs.

De qualquer forma, não parecia a ela uma boa idéia.
Jay detestava Kerrigan apesar de nunca ter ao menos trocado nem uma mera palavra com ela. Machista, achava que ela não mereceria estar em um campo de batalha. Odiava ainda mais quando a via discutindo severamente com seu capitão Mark Tiller, sendo que o fato da diferença hierárquica era o que menos o incomodava e sim o fato já citado. –– Devia colocar-se em seu lugar –– Pensava.
Seu cigarro acaba e, sem perder tempo, acende outro logo em seguida. Restam ainda três – ria sozinho; lembrando assim de forma pejorativa Kerrigan e sua brilhante atuação no grupo Domínio Terran, inimigo da Confederação; eles devem estar desesperados para contratar gente como ela, pensava, torcendo a boca e franzindo a testa em desaprovação; inveja. Com esta atitude e esses pensamentos discriminatórios, mais uma vez Jay Roiller esquece seu passado e de sua profunda incompetência…
Filho do General Albert Roiller, Jay sempre foi um garoto doente, contraindo a já extinta tuberculose quando possuía seus joviais sete anos de idade. Isso o debilitou muito até perto dos treze anos quando fora finalmente curado. Nem mesmo a Tuberculose é livre de mutações dizia o Médico Pediatra Samuel Frost, especialista na área quando questionado pelo General, pai do garoto, sobre a demora a se curar tal doença.
Mesmo enquanto doente Jay era um ás na escola. Em uma das bases da Federação Galáctica; Melhor Educação do Universo (era o slogan), Jay estudava, graças aos benefícios concedidos ao pai. Seu sonho era seguir carreira militar já que sendo tão desafortunado de beleza, era constantemente massacrado com piadas maldosas dos colegas da turma e se apoiava no sonho de ser o mais forte. Um dia serei o mais durão de todos, pensava. Jay era realmente baixinho, com seus 1 metro e cinqüenta e nove (e meio) de altura como ressaltava muito bem, sabendo que nunca entraria para a classe de soldados ao qual apenas os mais altos e fortes faziam parte. Ele, em contrapartida, seria um perfeito Ghost, onde sua desvantajosa altura seria de grande valia auxiliando ainda mais a camuflagem. Mas quem quer ser um Ghost? Quero ser soldado e durão como meu pai, teimosamente refletia.
Com dezoito anos, deixou a Terra e partiu para o exército no espaço, onde o treinamento era muito rigoroso. Ele acabou se alistando como Ghost, pois, de nenhuma forma ele poderia ser aceito para a academia de soldados; todos colocavam os mais variados empecilhos, baseados em fatos não aceitos por Jay. Após muito insistir, o jovem consegue que seu pai o interceda e, assim, após tanta luta, Jay entra para o treinamento militar… Antes não tivesse entrado. A interferência do pai de Jay só fez o garoto ser marcado dentro da base de treinos, sendo novamente objeto de escárnio dos companheiros que o humilhavam e o perturbavam exageradamente, além de ser torturado com trabalhos absurdos e humilhações por parte de seus superiores que se incomodaram ainda mais com o abuso de autoridade do General Albert Roiller.
O filhinho do papai, o filhinho do papai, tá com medinho, tá com medinho… O pessoal o provocava. Jay muitas vezes se pegava alterado, partindo para cima de seus agressores, mas acabava apanhando muito e ainda ficando de castigo pelos seus superiores. Ele sabia que não podia desistir, ele sabia que teria a importância devida na hora certa. Assim, Jay treinava e aguardava o momento de seu trunfo.
Já como soldado formado, Jay mostrou tremendo despreparo em diversas missões a qual participou, mesmo assim, por intermédio de seu pai, que já se encontrava desgastado de tanta vergonha a que era submetido graças ao seu filho, subiu alguns cargos no escalão, chegando a comandante.

Certa vez, em uma missão de resgate consideravelmente simples, o comandante Jay Roiller por negligência desvia o curso da missão, falhando e ainda perdendo alguns homens. Nesta época, General Albert Roiller estava no leito da morte devido a um derrame que há pouco o destituirá de sua grandiosa imponência e o despojava em uma cama.
Jay Roiller sofreu algo antes nunca visto. Destituições de cargos e expulsão. Ao implorar muito ao tribunal da confederação, permitiram que ele ficasse no baixo cargo de soldado novamente, o que culminou no falecimento do General Albert Roiller, possivelmente por desgosto e vergonha em sua já desvantagem física. Jay nunca se perdoou. A partir daí, Jay era sempre alvo das missões mais perigosas onde o risco da perda da vida era apenas um mero detalhe. Nestas missões, por covardia ou mesmo por instinto de sobrevivência, Jay se escondia durante as batalhas e até usava companheiros como iscas, tudo para se manter vivo. Isso foi até a missão Hibernação.
Após presenciar um acalorado debate entre Kerrigan – que acabara abandonando a missão por achar a mesma demasiada loucura – e seu superior Mark Tiller, Jay sentia no fundo a felicidade de não ter a incompetência daquela mulher no grupo. Já diante da porta de saída do saguão onde terminariam discutindo, enfurecida Kerrigan diz fulminante:
–– Vocês estão cavando própria cova. Sua negligência culminará em sua desgraça quando seus homens forem destroçados e você se borrar diante da morte que levará sua carne suja pro abismo. Quando ver que tudo for dar errado, lembre-se de mim, quando ver o primeiro de seus homens sucumbir, lembre-se de mim, quando ver o quanto foi teimoso e imprudente… Lembre-se. Seria um milagre se um ao menos retornar.
Mark Tiller só observava. Apesar da incrível falta de respeito de Kerrigan, Mark sabia o quanto ela era útil para a Federação. Portanto, só a observava refletindo que aquilo era uma forma de tentar mantê-la ainda mais na equipe, sem repreende – lá. Ela estaria sendo usada no fim das contas.
O silencio despertou certa curiosidade em Kerrigan que, antes de cruzar a porta e sair, soltou um tanto arrependida:
–– Boa sorte, irá certamente precisar –– e saiu, sem retornar.
Em poucos meses, tudo estaria pronto para a missão. Eram muitos soldados, extratores e cientistas em uma missão não natural, onde o despacho de muitas unidades estariam envolvidas. Jay estava em uma das naves com inúmeros soldados quando ouviu a voz metálica dizer pela nave:
–– Estamos sobre a cratera Lumine, em Char. A turbulência será um processo natural na descida. Estimativa de pouso: cinco minutos. –– Dizia a voz que, mesmo maquinal, ainda era muito triste.
Pela janelinha que muito pouco iluminava o interior da nave, Jay podia ver o rosto jovem de alguns soldados, alguns pareciam estar nervosos. Do lado de fora sentia a desolação do planeta que, apesar da pouca vida nativa, parecia ser na verdade mais um gigante abandonado no universo.

E assim, a base Esperanto se constituirá no fundo da cratera Lumine. Nome dado as diversas fontes de magma que geravam luzes muito claras e amareladas. Constantemente, alguns soldados – contrariando regras claras – ficavam a noite assando alguns quitutes nas chamas do magma, de pequenos filés à marshmellows que alguns traziam escondidos entre as bagagens. A comida na base era realmente muito ruim, se justificavam quando pegos. E assim seguia as noites frias na cratera. Os extratores, que também eram construtores, trabalhavam incansavelmente em ritmo de revezamento. Uma equipe trabalhava doze horas e, em seguida, era trocado por outra equipe. Assim, o trabalho e os avanços da coleta na cratera eram ininterruptos.
Jay estava completamente satisfeito com a missão. Em um mês não fez mais do que limpar alguns cantos sujos e trabalhos de rotina, patrulhar, manter guarda entre outras coisas. Nada tão difícil. Na maior parte do tempo passava descansando em seu quarto na academia. Entre as inúmeras pornografias e revistas esportivas do alojamento militar, Sun Tzu disputava seu espaço conquistando ao menos Jay, que se sentia confiante em seu objetivo de se reerguer.
Quando o primeiro mês passou, o capitão Mark Tiller em muito se felicitava. Lendo seu relatório matinal e fumando um abrasivo e relaxante cigarro de Tabaco original, percebia que mais duas semanas e todo o estoque estaria coletado. Kerrigan estava errada em tudo que profetizara. Para o capitão Mark Tiller, os dez homens desaparecidos neste ultimo mês não passa de rotina militar, afinal, eles não foram encontrados e pode muito bem ser a chamada “Síndrome do Isolamento Absoluto” que atingia cerca de 1 a cada 100 pessoas que ficavam confinadas no espaço; nada além do normal.
Certa manhã fria, já pela madrugada, as coisas não começavam nada bem. Um dos pilotos de um extrator passou mal. Disse que foi atingido por algum fluido vindo do céu e que o mesmo agiu em seu organismo como um anestésico. Este estranho líquido, que inicialmente era amarelo e viscoso, foi desaparecendo no decorrer de minutos e, no fim, só restava-lhe os horríveis sintomas que se intensificaram. Os médicos tinham dificuldades para resolver o problema. Na verdade, o piloto tinha um cansaço extremamente anormal e mesmo quando os médicos aplicaram diversos estimulantes, um sintoma muito pior e psicológico assombrava o enfermo; Uma terrível depressão que os médicos disseram se tratar de patológico, conseqüência do entranho fluido. O fluido foi levado pela mesma manhã ao químico militar de maior patente, tenente Dr. Ronald Smith, mas o mesmo não fora encontrado por nenhum canto da base. Neste instante, o capitão da operação Mark Miller percebeu que algo de estranho assolava a base. Ronald era certamente o mais improvável a sofrer a injuria do isolamento. Sendo ele militar que a muito já possuía experiência em campo, o tenente e químico jamais poderia ser infligido de qualquer problema psicológico.
Jay e alguns homens ficaram incumbidos de procurar o Tenente Dr. Ronald, mas, após uma hora, nada fora encontrado. Neste período de ausência, o extrator acabou por se enforcar no quarto, tornando o clima na base Esperanto muito tenso. Jay mesmo sentia inúmeros calafrios observando os outros extratores que mesmo diante do problema não podiam parar de coletar minerais. O rosto de cada um transmitia medo e tristeza, ao mesmo tempo em que a saudade da Terra dominava o ar de muitos.
Antes de o capitão Miller tomar qualquer atitude, clamando por uma reunião breve, um dos soldados responsável pelo esquadrão de defesa em uma extremidade periférica da base transmite um sinal de urgência. Parece que havia acontecido algo muito estranho, alerta de nível amarelo.
Jay logo chegou ao local e visualizou algo tão bizarro que tremia. Outros soldados se posicionavam fazendo com que Jay não perdesse tempo e se aprontasse também.
Na direção dos inúmeros rifles, muito longe da base, é perceptível dez sombras que lentamente caminhavam em direção a base. Eram humanos, em Char, como?
Já mais próximo da base se percebia as formas desfiguradas dos soldados que haviam a tempos desaparecido da base. Entre eles o químico Tenente Ronald. Eles estavam muito feridos, com inúmeras marcas de sangue espalhadas pelo corpo. A armadura deles estava completamente inutilizáveis. O Tenente Dr. Ronald caminhava mais velozmente que todos os outros e logo chegaria frente a frente com um dos soldados da linha defensiva. Ronald observava friamente o soldado enquanto lentamente os outros nove avançavam. Prestando continência, o soldado diz:
–– É bom revelo Tenente, está tudo bem. A equipe médica está se aproximando e… Subitamente o soldado se cala. Enquanto falava, Ronald ficará com o olhar vago, enquanto seu globo ocular ia levemente mirando seu Iris para dentro, deixando seu olho branco. Um estranho cheiro podre, porém desconhecido, era exalado do Tenente. Nesta altura os soldados perdidos já avançavam para dentro da base.
Outros homens se aproximaram para ver o Tenente que estava já alguns minutos parados de forma estranha. Os outros soldados bizarros e feridos pararam em volta da base de comando, de forma circular em volta da mesma.
Quando o soldado que estava rente ao Tenente voltou a olhar para ele, percebeu com horror como o rosto de Ronald estava horrível. Muito inchado, com um sorriso malicioso e exalando um cheiro ainda mais terrível. Não deu tempo para se afastar. Rindo muito alto e em um tom grave demais para qualquer humano, o Tenente explode, com uma intensidade absurda levando consigo a vida de todos os jovens soldados da linha da frente defensiva.
–– Infectados, Zergs! –– As explosões que se sucederam ao redor da base Central fora uma verdadeira catástrofe cessando qualquer comentário, explicação e muitas vidas. O Centro de Comando fora destruído completamente e assim, Mark Tiller e todos os principais comandantes iam com a base para o chão em forma de cinza, sujeira e sangue.

–– Meu Deus –– Dizia Jay correndo e preparando-se para o ataque. Não demorou muito para a entrada principal ser assolada por nada menos que 20 pequenos Zerglings, seres insectuais relativamente pequenos, mas ainda assim, quase do tamanho de um humano. Eles se aproximavam e iam dizimando cada estrutura humana que viam Ainda assim, foram felizmente diluídos em um fluido verde e vermelho graças as rajadas de projéteis dos Soldados. Os Extratores corriam de um lado a outro, não sabiam o que fazer, o alojamento desses era a base principal que agora estava completamente destruída.
Jay disparava as poucas balas que tinha, imaginando que as coisas poderiam ficar pior… E ficaram. Na mesma entrada onde jazia a linha defensiva, inúmeros Zergs maiores e mais assustadores apareciam e iam dizimando a linha de ataque da base. Eram horripilantes Hidralisks, maiores que os humanos e muito perigosos. Cerca de 30 deles iam avançando. Pouco a pouco novos Zerglings também avançavam. Estava um caos. Os extratores, pobres trabalhadores mal pagos, foram estraçalhados. Apesar da linha de ataque ser relativamente forte, estavam perdendo, e muito rápido.

Era claro o despreparo mantido pela base Esperanto. Após o primeiro mês na cratera, o capitão Mark Tiller – Que Deus o tenha – Observava a execução de sua ultima ordem; o retorno de inúmeros homens, que voltavam felizes à Terra. Restando pouco mais que uma quinzena para que o material fosse completamente recolhido, Mark achou justo liberar os homens, que já vinham de outra missão, para visitar suas famílias – Está tudo tranqüilo, são os bons ares a nosso favor – dizia Mark consigo mesmo. Sua bondade custou caro. A base também mantinha péssimas estruturas defensivas, basicamente soldados, alguns antiaéreos e umas poucas naves de combate. Tanques de forma alguma cabiam dentre as construções da base (sendo esses primordiais para uma defesa efetiva), desta forma haviam sido descartados no inicio deste projeto. Esperanto mantinha inúmeros galpões para a estocagem do material sendo a base constituída quase que exclusivamente desses. Desta forma, seria complexo planejar uma defesa adequada.
Diferentes dos outros soldados, os tiros disparados por Jay pareciam não surtir efeito, levantavam poeira e acertava algum alvo aleatório. Os Zergs não paravam de aparecer e logo os soldados começaram a ter dificuldades em conter a onda de inimigos. Restavam cento e dez homens. Na entrada da base, principal linha de defesa, cinqüenta Zerglings e o número aumentava. Quando inúmeros alienígenas muito maiores partiram para cima da frota na defesa, Jay teve certeza que seria o fim e viu suas esperanças caírem por terras junto com as estruturas humanas. As naves de combate, ao qual não se via nenhuma em combate caiam de todo lado, derrubadas por Zergs que voavam velozmente… Pareciam apreciar toda a destruição.
Escondido embaixo da base acadêmica de Soldados arrasada e ainda fumegante, Jay sentia o coração na nuca… Medo. Só pensava em como sobreviver daquele quadro maldito; resolveu então relaxar para observar e viu duas coisas que seriam de extremo auxílio na proteção de sua vida. Havia em uma das bases ainda inteiras, uma refinaria de gás vespene com um enorme tubo, pela qual subia o gás que era coletado em outra refinaria fora da cratera. Em contrapartida, por reviravolta do destino, ao seu lado, havia um de seus companheiros que morrera. E ele vestia equipamento Ghost, como assim ele o era. Jay agradeceu aos céus por já ter tido este tipo de treinamento.

Andando por entre as centenas de Zergs que se batiam e se contorciam, Jay avançava rapidamente em direção a construção onde extendia-se o tubo. Ele iria sair por ali. Os Zergs esbarravam nele diversas vezes, tentavam farejar algo, mas, nada. Jay usava a camuflagem tradicional entre os Ghosts tornando-se parcialmente invisível. Seguindo com cautela, pois ele poderia ainda ser visto, na refinaria. A sorte estava a seu favor. Não havia nenhum detector Zergs nos arredores, seres voadores grotescos, gigantes e gordos. Esses revelariam rapidamente Jay, mas, por algum motivo de muita sorte, eles não estavam em nenhum lugar. Além disso, com a destruição da Base, a energia da Refinaria de Gás Vespene estava cortada e não estava produzindo. Isso ajudou completamente Jay que pretendia fazer esse processo manualmente o que demoraria muito. Na atual situação, o Ghost apenas se infiltrara na refinaria procurando o enorme cano, ainda com um lenço no rosto, pois o gás ainda existia nesta base, mesmo que fracamente. Com os apetrechos de seu equipamento, não tardou a encontrar e assim iniciou uma dura escalada. O cano disponha de uma escada emergencial para possíveis consertos, e é por ela que Jay se introduziu, elevando-se pouco a pouco.
Subindo o tubo, tremia quando os Zergs voadores batiam ferozmente do cano, sabe-se-lá-por quê? A energia de seu uniforme não era ilimitada e faltava pouco para acabar quando finalmente chegou do outro lado do tubo de transfusão de gás. Não resistira e olhara de cima para o enorme buraco onde se despojava sua antiga base.

O Panorama era sublime. A quantidade de Zergs era imensa e Jay jamais virá tal cena. A uma altura considerável – 700 metros – Os Zergs pareciam inocentes formigas num trabalho de camaradagem e organização. Jay acendeu o ultimo dos seus cigarros e prometeu ficar ali até tragá-lo por completo. A cada trago, Jay soltava o ar velozmente e respirava o ar frio que subia da cratera. Jay tinha esperanças e nunca se sentira tão confiante em si mesmo. Ele era agora o mais forte, o mais corajoso e era o único sobrevivente da base esperanto. Terminou de dar seu ultimo trago e lembrou-se de seu pai contando suas velhas histórias da guerra. Ele se sentiria orgulhoso. Quem sabe? Jay ainda tinha muito caminho a trilhar, portanto, largou o seu Panorama da vitória e seguiu seu caminho. Para Jay ele vencera aquela luta, vencera os Zergs. É difícil conceder a vitória de alguém de escala o sucesso na derrota do outrem. Os companheiros de Jay e o Capitão Mark Tiller se remoíam certamente em seus túmulos sujos.
Com o restante de energia que lhe restava, Jay corria pelo deserto que circundava a cratera Lumine em Char. Usou sua camuflagem até onde pôde. Com o fim do dia e a kilômetros de sua base, o Ghost parara por cansaço, já sem energia para se esconder, o fazendo por entre os rochedos. Ele não tinha comida nem água. Andou por cerca de três dias e apagou. Caiu num canto esquecido do deserto.
Mas a sorte estava longe de abandonar o Soldado Jay Roiller.
Jay fora resgatado pela base ao qual loucamente se dirigia. Uma base de vôos intergaláctico da Federação; Todos celebraram a sorte daquele homem que enganara a morte diversas vezes em um mesmo dia. Jay se tornara uma lenda. No mesmo dia em que Jay acordou foi condecorado com diversas medalhas sendo uma de honra e duas pela coragem e nosso herói chorava emocionado. Até mesmo a Tenente Kerrigan o congratulou, desculpando-se severamente por ter profetizado coisas horríveis, como se ela mesmo tivesse elaborado ou sabe-se realmente do ataque.
Jay estava finalmente feliz, mas, não fora promovido. Mas ele também não precisava, estava feliz demais por ser o soldado mais corajoso de todos, contando para os amigos o quanto defendia prudentemente a base e enfrentara e aniquilara mais de duzentos Zergs sozinho. Todos estavam fascinados com sua garra.
Mas se a sorte não fosse uma grande balança sádica onde dá prêmios para rir de sua desgraça mais tarde, Jay realmente poderia ter ficado bem melhor.
Meses após a destruição e a completa falha da missão Hibernação, a Confederação Galáctica exigiu investigações nos destroços da base Esperanto para finalizar os relatórios burocráticos que acompanham cada missão. Uma equipe muito bem organizada e extremamente habilidosa de Ghosts seguiu novamente para a abandonada cratera de Char. Os soldados espiões detectaram que os Zergs usurparam todo o estoque de minerais e gás vespene, um prejuízo inestimável e uma grande ameaça devido à quantidade imensa de material. Após vasculharem tudo, encontraram nos destroços da central de controle e do setor computacional um objeto, que podemos comparar a caixa preta de um avião. Eles chamavam de Caixa de Pandora e nela se continha todos os vídeos das câmeras de segurança da base até o instante ao quais essas câmeras foram destruídas. Sem dúvidas nela havia muita informação do ataque Zergs a base.

Já na base da confederação, os vídeos foram exibidos para inúmeros peritos e para os Generais. E não era difícil de perceber o quanto desagradava a impotência dos militares contra os Zergs. Um dos Generais saira da sala de tão desgosto ao ver como foram derrotados miseravelmente. Nos vídeos, porém, algo chamou muito mais a atenção do que qualquer outra coisa. Um soldado, que visivelmente não era um herói, mas sim um extremo covarde corria para trás de colegas da frota, se protegendo e usando amigos como escudos. Em uma cena, encostado numa das estruturas danificadas, o homem fumava enquanto via o companheiro ferido pedindo auxílio. Nos vídeos mais a frente, era possível ver quando esse mesmo homem se aproveitará de um dos Ghosts feridos para roubar e usufruir de seu uniforme. Sim, esse era Jay. Nos vídeos seguintes, eles viram a fuga desengonçada e ridícula de alguém que sobreviveu escalando nas costa dos feridos e empurrando os mais fortes para a morte certa. Quando Jay se encontrara no topo da caverna, havia inúmeros homens ainda na base. De cima seria mais fácil auxiliar de alguma forma, mas, o vídeo mostra quando Jay termina seu cigarro e parte. Próximo de onde Jay se encontrava, na superfície da cratera havia a Baía de Engenharia onde facilmente Jay poderia explodir os Zergs na base com sistemas de autodestruição. Jay apenas fugiu e um dos Generais diz enfurecido:
–– Quero a expulsão deste homem hoje!
Após muito chorar e implorar, Jay conseguiu ao menos ficar como civil na base. Ficara preso uns meses e perdera todos os benefícios militares inclusive direito a herança dos bens de seu pai. Jay não era mais nada. Fora depois de um tempo, sofrendo de maus tratos, expulso e impedido de entrar na confederação.
****
A missão Nova Gettysburg estava organizada. Inúmeros soldados, tanques e bases colonizadoras estavam prontas para o ataque. Kerrigan lideraria o ataque contra os Protoss. Arcturus Mengsk era o Imperador do Domínio Terran, grande rival da Confederação. Sua missão consistiria em dizimar poderosas forças Protoss num território amplamente dominado por Zergs. Missão complexa mas não para a fantástica Ghost Kerrigan.
E assim partiu um grupo enorme para a batalha.
Limpando (bem mal limpo por sinal), um homem baixo e feio varria um canto imundo da base enquanto observava a equipe destemida seguir para a missão. Quando os Soldados passavam com aquelas armaduras gigantescas, o homem até tremia de emoção. Enquanto observava via a bela Kerrigan e resmungava:
–– Desta vez ela não volta, fantástica Kerrigan, bah!
E segue Jay, limpando e se escorando pelas paredes. Dizem que se orgulha de dizer a todos que é o melhor faxineiro da galáxia.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

World of Warcraft Death Knight Mangá!

Estou aqui para terminar a minha série de relatos sobre as revistas ou mangás publicados aqui no Brasil tendo como foco histórias no mundo do nosso querido WOW! Digo terminar pois esta é a ultima revista que tenho em mãos e possuo uma sobre Starcraft Linha de Frente, que falarei em breve, ainda tenho também um conto para ler e postar aqui.

Estou com o mangá World of Warcraft Death Knight, publicado pela editora Newpop, uma novata no ramo, mas com vontade de crescer e ousar!

R$ 14,00 - Volume Único
Formato: 176 páginas - 12,7 x 18,9 cm – papel offset – capa cartonada
Autores: Dan Jolley e Rocio Zucchi
Censura: 14 anos
Capa: Colorida
História de: Dan Jolley
Arte de: Rocio Zucchi

Sinopse:

Vamos seguir de perto os passos de Thassarian, um jovem corajoso e leal que sonha em ser um grande herói, assim como seu pai. Em busca de seu sonho, acaba seguindo seu Príncipe em grandes batalhas, o que termina por causar sua própria morte. Mas a história de nosso protagonista não acaba por aqui, ele é trazido de volta do mundo dos mortos como um "Death Knight", cavaleiro da morte, desprovido de emoções e escravizado pela vontade do grande e perverso Rei Lich. Agora o cavaleiro seguirá as ordens de seu mestre e trará a destruição ao mundo.
 
Mas algo vai mudar, suas emoções voltarão à tona e ele lutará contra a grande influência de seu líder! E assim Thassarian será conhecido como um dos grandes primeiros Cavaleiros da Morte a se rebelar e lutar pelos vivos, mais uma vez!

Meu ponto de vista:
Ver Thassarian nesta revista me deixou até empolgado, quando percebi que era ele o NPC que tinha uma história bem curiosa no mapa de Borean Tundra e claro suas chains quests eram as melhores!
Particularmente eu não gostei da arte, mas o roteiro salva e muito!

A Participação do BE Koltira também me deixou intrigado sobre as quests do lado da horda e o que veremos no Cataclysma, fora que finalmente eu percebi que um dos sets de DK leva o nome do tal Blood Elf e o set da Aliança usa o nome do Thassarian.

Aguardando pra fazer o meu lobo! =)

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Seja Bem Vindo a Deadmines

videoHá tempos eu gostaria de ter postado este AMV/Machimina.
Mas sinceramente ele fica melhor agora que esta para chegar o Cataclysma e com o up da mais odiada mina ( não é garota) do WOW!


Este video foi feito e venceu o :  "World of Warcraft Movie Contest: Rise to Power" que aconteceu na Europa.

Seu criador foi o Xcross fazendo uma paródia com os musicais da Disney.
Agora quem quiser ficar de olho nos trabalhos que ele desenvolve esta aqui o link do blog dele:

http://x-crosspictures.blogspot.com/

Divirtam-se!


quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Warcraft Lendas Volume 2

Depois de fazer uma leitura em cima da revista:

Warcraft Lendas Volume Um, prometi fazer um resenha sobre as outras revistas que coloca-se em mãos, porém só consegui comprar a segunda, mas mesmo assim demorei praticamente 3 meses para escrever sobre o segundo volume:

Nome: Warcraft Lendas
Valor: R$ 12,90
Volume: 2
Censura: 12 anos
Capa: Colorida
Páginas internas e quantidade: 168 em preto e branco
Tipo de leitura: Ocidental ( lembre da turma da Mônica).

MEDO

Roteiro: Richard A Knaak
Arte:  Jae-hwan Kim

Sinopse:

Escrita por Richard Knannk e Jae-Hwan Kim, esta é a segunda parte da saga do jovem Trag. Enquanto ele tenta lutar contra a vontade do rei Lich, um encontro inesperado com Thrall, libertador dos orcs, começa com violência... mas termina com uma revelação.

Meu ponto de vista:

A saga de Trag, começa a ter complicações e exemplos de que são as escolhas que fazemos é o que nos tornamos, buscar suas origens e a origem do mal que o aflige é algo importante para sua jornada tortuosa, mas será que o taurino amaldiçoado dará valor nos ensinamentos de Thrall?

GUERREIRA: DIVIDIDA

Roteiro:  Grace Randolph
Arte: Erie
Layout & Desenhos dos Personagens: Young-oh Kim
Nanquim: Erie e Lince
Arte Final: Lincy Chan

Sinopse:

Lieren, uma órfã criada pelos duendes(anões, olha o erro aqui Conrad!) de Wildhammer, deseja encontrar seus pais biológicos. Em sua busca, ela decobre que tem uma irmã gêmea chamada Loania, criada pelos altos elfos. Depois do reencontro, as irmãs partem em uma jornada de descoberta que termina com uma terrível reunião familiar.

Meu ponto de vista:

Por mais que a criação da jovem Lieren e Loania tenham sido exemplares, ambas compartilham aquele sentimento de não estarem entre os seus e de não terem ninguém que as entenda, e com isso elas farão de tudo para saber o que aconteceu com os seus pais e claro poder resgatar aquela memória que elas não tiveram. E claro mais um momento sobre como a praga e a magia de Karazan afetou a região onde elas irão descobrir sobre seus já falecidos familiares.

MILHAS A PERCORRER

Roteiro: Elisa Kwon
Arte: Marlon Ilagan

Sinopse:

Kova Broadhrn é uma xamã taurina com uma perigosa missão: encontrar um recluso vidente orc. Antes de partir, Kova ganha a companhia de Miles Corebender, um arrogante gnomo guerreiro. Os novos parceiros terão que se unir para dorotar diversos inimigos e o próprio rei Mosh.. isso se os dois não se matarem antes.

Meu ponto de vista:

Esta história segue a veia comica da vez, mas a aventura não pode ser desmerecida, rir com a dupla ou se empolgar com suas lutas é certeza, ainda mais ao ver o Rei Mosh de Ungoro em ação!
Mas aqui tem uma coisa que ficou destacada para o Cataclysma a presença de Magatha Grimtotem!

VALORES FAMILIARES


Roteiro: Aaron Sparrow
Lapís: In-bae Kim
Arte Final: In-bae Kim & Mi-jin Bae
Reticula: Michael Aldeguer

Sinopse:

Jaruk é um nobre orc encurralado no meio do massacre dos draenei promovido por seu próprio irmão. Jaruk sofre em silêncio enquanto a pilha de corpos cresce a sua volta, mas tudo muda quando ele salva Leena, uma garota draenei...

Meu ponto de vista:

Assim como a primeira edição esta segunda seguiu uma certa linha de publicação, nos dando uma parte de uma saga na primeira história, uma segunda contando um pouco de tragédia, a terceira com uma via de ação com um bom toque de comédia e por fim uma quarta história sobre o passado de alguém, no caso agora o passado de Leena, durante a guerra dos orcs contra os draenei em outlands!

Uma boa leitura a todos e desculpa pela demora!

terça-feira, 12 de outubro de 2010

The Story ( Uma canção de amor!)

videoFinalmente eu tenho coragem de postar um video aqui no meu blog, acredito que agora estamos indo para um novo patamar!
É um AMV/Machimina de uma música que gostei muito na voz de quem fez o clipe ( sim na minha humilde opinião ficou melhor que a cantora original da música.

The Story sem sobras de dúvidas é para corações apaixonados!
E como hoje é o dia das crianças resolvi deixar toda criança que nós temos em nossos corações um pouco mais romanticas e com aquela senssão de poder fazer um PVP ou lutar por aquela pessoa que amamos!

Nota: Como eu gostaria de ir na Blizzcon para ver Tenacius D!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Blizzard Anuncia Mudanças No Autenticador da Battlenet!

Sinceramente foi eu comprar o meu em conjunto com o meu amigo que leio essa ontem!
Segundo o bluepost no blog oficial de Starcraft http://us.battle.net/sc2/pt/blog/906163#blog



Para ajudar a manter a segurança das contas Battle.net, nós recentemente fizemos alterações no modo como os autenticadores Battle.net podem ser usados. De agora em diante, os autenticadores Battle.net só podem ser associados à uma conta Battle.net por vez, porém nenhuma mudança será feita em relação a quantidade de licenças de jogos que uma única conta Battle.net pode carregar. Você ainda pode ter múltiplas contas do World of Warcraft em uma única conta Battle.net e todas as licenças de jogos associadas à conta Battle.net continuarão sendo protegidas caso um autenticador esteja sendo usado.

Todos aqueles que no momento tem mais de uma conta Battle.net associadas a um único autenticador serão capazes de manter a configuração atual. Esta mudança só afetará novos autenticadores. Se por algum motivo você decidir desanexar seu autenticador de uma de suas contas, você não poderá anexá-lo novamente caso esteja associado a uma outra conta Battle.net.

Para mais informações sobre o autenticador Battle.net e a aplicação de autenticação  para celulares, por favor visite: http://us.blizzard.com/support/article/blizzardauth.

Adorei essa boa nova ainda mais com o meu autenticator chegando nesta segunda ou quarta feira!

Olha eu voltando para o wow!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Truques da Vendedora de Montarias de Dalaran

Hoje eu vi uma coisa que deveria ter percebido desde quando permitiram criar personagens da facção oposta na mesma conta de WOW!
Uma diferença simples, mas que para muitos não aparentava existir. Os animais do NPC Mei Francis são diferentes para cada facção!
O mamute ter suas cores mudades eu achei até natural, mas ver que trocam o grifo para a wyvern foi demais!


O mais engraçado foi usar a conta do meu amigo Taruga para poder ver isso!
Sou tão acostumado em ver o grifo la na porta da loja de animais que quando vi a wyrvern eu fiquei PASMO!

O meu amigo duvidou e quando loguei o rogue ally dele e o mostrei ele ficou duvidando, dai loguei o xaman horda dele que eu tinha deixado no mesmo local e pronto!

Mais um de queixo caido!

E ai quem mais sabia dessa?


quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Sites Comunidades Blogs Starcraft2 crescendo no Brasil

Olá!

nota: Preciso padronizar meus posts. Talvez voltar a escrever Ioi...


Bom hoje vou falar sobre quantas comunidades, vlgos e blogs estão nascendo aqui no Brasil.

Comunidades ou foruns:

http://www.mundostarcraft.com/
http://www.arena-star.com.br
http://www.arena-star.com.br/forum
http://www.starcraftbr.com/forum/
starcraft2.hangarnet.com.br

Vlgos ou canais:

http://www.youtube.com/starcraft2br
http://www.youtube.com/user/CoderLilyStarcraft2
www.livestream.com/coderlilys2
http://www.youtube.com/starcraft2br
http://www.youtube.com/LukasStuvok
www.youtube.com.br/supremaciasc

Blogs:

http://starcraftscreen.blogspot.com/
http://brasilcraft.wordpress.com/
http://starcraftvicious.blogspot.com/

Por enquanto temos poucos, mas aposto que com o apoio da comunidade logo logo teremos mais.

Caso alguém saiba mais por favor diga para eu poder ajudar a promover!

Edit: Adicionado mais dois canais e 1 site!

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Como Pegar Mulher Depois de Starcraft2?

Como vocês viram eu ando meio sumido do WOW e até da minha vida social, ando conversando com a Lorena, dai falei que ando muito tempo sem pegar mulher foi então que ela me linkou uma coisa que eu já tinha visto no fórum de SC2, que eu jurei que tinha mostrado para ela.

Ai o tempo passou e eu perguntei pra ela que dia que ela iria postar isso, foi então que ela disse:
"mas eu pensei que você que iria postar!"

Pronto esta aqui o conto do jogador: Junior, que por muitos já é campeão do próximo concurso de redação da Blizzard. Quem conhece SC2 ou tem amigo que joga e que participa do fórum ja deve ter visto, mas quem não viu ta aqui o link do post, que já conta com 11 colunas e mais de 210 comentários de risos!

Já foi postado até no UOL jogos com uma popularidade bem alta! 7 colunas até agora no tópico.

E para emendar eu posto uma foto de um fotolog que achei por acaso: Essa garota comprou NO dia seu lindo SC2!- Que joga por terra minha teoria que garotas não gostam de RTS de ficção!

Outro dia fui na balada e vi uma mina muito gata. Falei com meus amigos: "Trampo grande hein!?". Eles concordaram. Não conseguia tirar os olhos da mina.

Fiquei um pouco intimidado já que ela era linda, daquelas que não iriam dar moral para um cara como eu. Achei aquilo um pouco falta de coragem e pensei "Hora de ser homem" e fui falar com ela. Cheguei perto dela e disse: "Diz aí gracinha!" "O que que tá pegando?"

Conversamos por um bom tempo até que ela cedeu aos meus avanços e um beijo aconteceu. Lembro de ter dito em voz alta "Caramba! Já tava na hora!" neste momento.

Ficamos dançando por um tempo até que outro cara começou a dar encima dela. Fiquei nervoso com a situação e falei pro cara "Tá afim de treta moleque?". Por minha sorte, ele afastou-se, porém senti que iria chamar os amigos. Pensei eu sair dali para evitar problemas. Decidi convidá-la e ela concordou. Lembro de ter indagado "Vamos logo" "Estamos perdendo tempo". Cheguei em meu amigo e falei "Segura a onda aí irmão". Ele percebeu que eu estava saindo com uma gata e perguntou como consegui aquele feito. Respondi com superioridade "no ar ou no chão, tudo cai na minha mão"
Entramos no carro e acelerei forte para minha casa no melhor estilo "Queima borracha". Ela achou o máximo, então indaguei: "É isso mesmo, eu sou o dono da estrada" "Eu nunca piso leve".

Após alguns minutos, chegamos no meu cafofo. Ela olhou ao redor e perguntei "Que foi? Quer alguma coisa?". Ela pediu um drink e eu disse "É pra já". Bebemos juntos.

Algum tempo depois disse a ela: "Tenho um comunicado a fazer, estou bêbado". Já estávamos alegres e confortáveis. Deitei na cama e disse: "Vem sentir o meu amor." Ela veio e depois de algum tempo a coisa foi esquentando. Eu já estava "Armado e pronto". Puxei ela pra perto e ela perguntou o que era aquilo. Respondi: "Na verdade tem uma granada na minha calça"
Em certo momento comecei a sentir algo estranho. Foi aí que a vergonha começou a cair sobre mim. "Putz... detonação precoce"

Ainda bem que ela foi muito compreensível e ficamos conversando sobre coisas banais tipo "Normalmente eu não dou carona pra estranhos"

Finalmente aquele sentimento estava voltando e pensei "Oba, hora extra". Ela olhou pra mim com uma expressão de "eu sei o que você tá pensando". Depois disso só lembro que as últimas coisas que disse foram:"Abre caminho tá chegando" e "Kaboom doçura"

Na manhã seguinte acordamos bem tarde. Abri as cortinas e pensei "A luz do dia tá queimando". Ela me perguntou se eu queria café da manhã e eu respondi "Parece um bom plano". Ela perguntou o que eu queria comer: "Quero manteiga no biscoito".

No final o relacionamento não deu certo. Fico pensando "quase gol não é vitória". Um dia eu disse pra ela "não me deixa na mão", mas mesmo assim ela não deu bola. No final nos tornamos grandes amigos.

Às vezes saímos para beber com a galera: "Nada melhor do que ficar calibrado com os amigos".

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

5000 contas de SC2 Bloqueadas!

É a Blizzard esta fazendo o seu trabalho para acabar com os jogadores sem esportiva que sempre apelam para trapaças ( hacks) para poderem vencer o jogo.

Eu já fui vitima de map hack ( recurso que faz o mapa ficar sem a escuridão de guerra assim o cara ficava olhando a minha base e fazendo um jogada contra as unidades que eu estava criando).


Já fui removido de partida com minha internet numa boa e com a battlenet tranquila para outros amigos meus.

Então a Blizzard começou a anotar as reclamações, avaliar as partidas e vendo quantas vezes o mesmo jogador era acusado de tal crime e foi fazendo o seu pacote.

Então com a seguinte mensagem azul dou a boa noticia para os jogadores que gostam de um jogo justo!

"Recentemente foram realizadas suspensões e bloqueios em mais de 5.000 jogadores de StarCraft II que estavam violando os Termos de Uso do Battle.net ao fazer uso de cheats (trapaças) e hack no jogo. Além de prejudicar o espírito de competição justa, que é um fator essencial para jogar no Battle.net, cheats e hacks também podem causar problemas de estabilidade e desempenho no serviço. Manter uma experiência de jogo online estável e segura para todos os jogadores legítimos é uma de nossas prioridades principais e por isso continuaremos investigando o Battle.net e tomando as medidas cabíveis."